Como Usar a Realidade Aumentada para Otimizar a Experiência do Usuário
- Monica Fabretti Bortolani

- 25 de abr. de 2019
- 4 min de leitura
Você se lembra de quando a realidade aumentada (RA) era coisa de filme de ficção científica? Até poucos anos atrás, a RA chamava a nossa atenção principalmente por ser algo futurista. No entanto, cada vez mais, a RA vem se tornando uma realidade, à medida que marcas de varejo visionárias estão incorporando essa tecnologia à experiência do cliente, tanto na loja física quanto no comércio online.
É bem provável que você já tenha ouvido falar, com mais frequência, no termo realidade virtual. Mas atenção: embora as duas propostas compartilhem de algumas similaridades, são tecnologias distintas com objetivos um pouco diferentes. Enquanto a realidade virtual promove uma experiência imersiva dentro de um ambiente totalmente virtualizado, a realidade aumentada projeta informações como imagens e gráficos ao mundo real.
Através da interação entre um aplicativo de RA que você baixa em seu celular e a câmera do aparelho, um elemento (por exemplo, um código QR, uma imagem ou um objeto) deve ser escaneado, para então ser interpretado pelo aplicativo e apresentar um resultado. Para usuários de smartphones, exemplos bastante conhecidos de realidade aumentada são o jogo Pokémon GO e os filtros do Instagram Stories e do Snapchat.
Em diversos setores, os lojistas vêm integrando a tecnologia de realidade aumentada à experiência na loja física. E há empresas que se especializam na geração de conteúdo para RA. No Brasil, embora o número de empresas que explorem esse mercado ainda seja pequeno, existem histórias de sucesso. Um bom exemplo é a startup GoEpik, que tem conquistado o mercado como provedora de soluções de realidade aumentada para a indústria. A empresa faturou R$ 200 mil reais nos primeiros seis meses de operação, segundo o fundador, Wellington Moscon. No vídeo abaixo, veja como a Renault utiliza a tecnologia aumentada da GoEpik para a formação e o treinamento dos funcionários.
A Beenoculus, normalmente dedicada a projetos de realidade virtual, tem utilizado a realidade aumentada para projetos voltados à área de ensino. Mais especificamente para o varejo, a empresa Realidade Aumentada Brasil desenvolve aplicativos personalizados para empresas que queiram oferecer a seus clientes uma experiência mais imersiva com os produtos que fabricam e comercializam. Assista, no vídeo abaixo, a empresa demonstrando as possíveis aplicações desta tecnologia inovadora:
Sendo assim, os lojistas que adotarem esta tecnologia estarão dando um passo inteligente: especialistas em tendências tecnológicas preveem um grande crescimento das aplicações de realidade aumentada nos próximos anos. Embora boa parte das empresas ainda não faça uso dos recursos da RA, existem marcas de varejo que estão na vanguarda, aproveitando o poder dessa tecnologia e realçando a experiência do cliente.
Para servir de fonte de inspiração para você, este artigo traz exemplos de empresas que exploram o potencial da realidade aumentada para empoderar seus clientes, criar uma experiência de compra mais interativa e dar destaque a seus produtos.
Aprimore a experiência do cliente na loja física
A Lacoste, por exemplo, criou um aplicativo de realidade aumentada para celulares chamado LCST Lacoste, que os clientes podem usar para experimentar sapatos virtualmente. O aplicativo também criou experiências de RA com vitrines, sinalização interna e cartões-postais promocionais.
Com esta tecnologia, a empresa de vestuário pretende engajar um público mais jovem. O aplicativo promoveu a divulgação do modelo de sapato LCST, “o irmão mais novo moderno e descolado da Lacoste.” E o investimento valeu a pena: mais de 30 mil usuários se engajaram com produtos 3D ao utilizar o aplicativo. Com isso, a empresa literalmente colocou a experiência de compra nas mãos dos clientes.
A American Apparel é outra marca de roupa que também ofereceu aos clientes experiências baseadas em aplicativos para celular. A empresa estimulou o engajamento com a sinalização e a vitrine das lojas, a exemplo do que fez a Lacoste.
Essencialmente, o cliente pode abrir o aplicativo e digitalizar a imagem de uma etiqueta de produto, por exemplo. O aplicativo, em seguida, exibe os detalhes do produto, incluindo avaliações de clientes, opções de cores e preços.
Uma outra empresa, por sua vez, incorporou a realidade aumentada nos espelhos em sua loja. A marca de cosméticos Charlotte Tilbury transferiu a RA das mãos dos clientes para o "espelho mágico" na parede ao firmar parceria com a empresa de software e soluções de realidade aumentada para o varejo, a Holition, para a instalação de espelhos com RA em sua loja. Assista, abaixo, o espelho mágico da Charlotte Tilbury em ação:
Os clientes visitam a loja e se sentam em frente ao espelho que, em seguida, usa a realidade aumentada para digitalizar a imagem do rosto. Desta forma, os consumidores podem visualizar a si próprios com dez dos looks icônicos da marca em menos de um minuto, sem precisar usar, fisicamente, nenhuma maquiagem.
As marcas de roupas também têm feito uso de espelhos com realidade aumentada para deixar os clientes experimentarem os produtos de uma forma mais prática. A Timberland, por exemplo, tinha um provador de roupas virtual, criado com a tecnologia Kinect. A empresa transformou este provador em uma das principais vitrines, em uma jogada estratégica para atrair um tráfego maior de pessoas que passam em frente à loja física.
Os clientes se posicionam na frente da câmera e obtêm uma versão virtual de si mesmos em uma tela grande. Em seguida, podem escolher produtos diferentes para experimentar, mesmo sem precisar entrar na loja, e muito menos ter de procurar por seu tamanho de roupas nem entrar em um provador.
A Topshop é outra marca de roupas que usou a tecnologia Kinect para criar provadores virtuais. Ela buscou uma parceria com a AR Door para criar esta experiência e oferecê-la aos clientes na loja de Moscou.
A Lowe's também utiliza a realidade aumentada, aliada à tecnologia de geolocalização, para proporcionar uma experiência diferente para os clientes na loja física, ancorada em um aplicativo para dispositivos móveis, chamado Vision, criado para navegação no interior das lojas. A empresa afirma ser “o primeiro aplicativo de varejo para mapeamento interno de lojas, através da realidade aumentada.”
Usando o Tango AR da Google (uma tecnologia recentemente sucedida pelo Tango ARCore), o laboratório de inovação de produto da Lowe's criou um aplicativo que faz com que a experiência de compra física fique mais fácil e mais rápida. Os clientes podem criar listas de compras no aplicativo, que irá orientá-los através da loja usando a rota mais rápida.
Esta não é a primeira incursão da Lowe's no campo da realidade aumentada. O aplicativo Measured oferece aos usuários medições instantâneas das imagens capturadas pela câmera do celular. Este uso doméstico da RA é uma tática bastante estratégica para as marcas de produtos voltados ao setor de produtos para o lar: muitos chefes de família não levam adiante seus projetos de reformas e melhorias porque não conseguem imaginar como os produtos ficarão em sua casa.



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